Jul 14, 2005

Information needs preceds information systems

The focus of my research as been information needs. But more then the information needs of organizations as an abstract entity to which the individuals belong, i've felt for a long time that the center for the study of information needs should be the individual a concrete entity with organizational information needs, personal information needs and context information needs.

"The process model depicts information management as a continuous cycle of six closely related activities: identification of information needs; information acquisition; information organization and storage; development of information products and services; information distribution; and information use.(...) In the identification of information needs, organization members recognize the volatility of the environment, and seek information about its salient features in order to be able to make sense of the situation, and to have the necessary information to take decisions and solve problems. Information needs are defined by subject-matter requirements as well as situation-determined contingencies - some classes of problems are best handled with the help of certain types of information. Information acquisition is driven by information needs, and must adequately address these needs." [Choo, 1998, Information Management for the Intelligent Organization: The Art of Scanning the Environment, Chapter 2.]

Jul 11, 2005

On choices... And language

(...) The starting of my project will build on the findings of my previous work (master thesis) in what concerns informational transitions.

Informational transitions happen every time an individual crosses environments were he looses the ability to interpret the context around him/her. 

In my previous work I've chosen to research a special group of people were those transitions took a deep effect on their skills of interpreting what's around them: expatriates. This highly skilled workers that have been chosen for their proven skills at their native countries, became temporarily information blind. This occurs because of lack of language skills in their new environment (hosting country) and lots of other things. Like different cultural cues, ineffective network of contacts that do not function on the new environment... and in short, lake of access to the information they had at their home organization and to which they became used to having.

Jul 8, 2005

Desenvolvimento de competências numa organização de I&D

Estabelece-se a distinção entre qualificações e competências, analisando-se em seguida o processo de formação de investigadores numa organização de I&D (Investigação & Desenvolvimento), envolvendo estratégias de qualificação e de desenvolvimento de competências. Refere-se o papel desempenhado neste processo pelo Conselho Científico da organização de I&D, pelos orientadores, e pelas equipas de projecto em que se inserem os investigadores em formação. Sublinha-se a importância, para os investigadores, de factores como a mobilidade e a divulgação dos resultados da investigação, e assinalam-se as diferenças entre processos consoante o contexto organizacional em que ocorrem.

[report] Tecnologias de Cooperação

Para uma ideia mais alargada sobre as diferentes tecnologias que permitem cooperação/colaboração, George Siemens dava conta dos 8 clusters mencionados no relatório produzido por Andrea Saveri, Howard Rheingold e Kathi Vian (2005) Technologies of Cooperation.pdf:
  • self organizing mesh networks
  • community computing grids
  • peer production networks
  • social mobile computing
  • group-forming networks
  • social software
  • social accounting tools
  • knowledge collectives


Partindo de um trabalho anterior (Toward a New Literacy of Cooperation in Business.pdf, 2004) onde haviam sido identificadas 7 dimensões de estratégias cooperativas (structure, rules, resources, thresholds, feedback, memory e identity), apresentam agora essa sistematização num mapa estratégico the tecnologias cooperativas (p. 7) onde se torna fácil visualizar e encontrar exemplos de diversas ferramentas existentes.


Tech_of_cooperation_map
Tech_of_cooperation_map,
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Jul 6, 2005

[relato] 1o. Workshop sobre Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais

Rescaldo do 1o. Workshop sobre Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais, que se realizou ontem na BN.

Quando recebi o convite, juntamente com mais 8 colegas que também já finalizaram o mestrado em EIBD (Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais), não esperavam encontrar mais do que 20 pessoas. Afinal era um Workshop.

Estava (redondamente) enganada, avaliando pela lotação do auditório da BN. Segundo a lista que se encontrava disponível estavam inscritas 231 pessoas, de norte a sul de Portugal!

Tinha pensado que a minha apresentação (ou modo slideshow, flickr) iria ser uma «conversa» entre colegas sobre estratégias de investigação e uma forma de estabelecer pontes com os trabalhos de colegas que ainda não conhecia. Possibilidade também de identificar outras pessoas que estivessem a preparar o passo seguinte e, qui ça, aumentar o grupo de apoio TET.

No painel da manhã foram apresentados 4 trabalhos de investigação: a Lurdes Saramago, que falou sobre a preservação de recursos digitais, o Pedro Pereira abordou os aspectos de segurança da informação em bibliotecas e arquivos digitais com uma análise ao caso português, o Leonel Alegria incidiu na gestão do conhecimento com um estudo de caso no departamento de pesquisas e intervenção da administração central e o Paulo Leitão abordou a organização da informação em subject gateways.

A pausa para almoço foi um dos pontos altos e o que torna estes eventos, na minha opinião, enriquecedores. Éramos 12 à volta de uma mesa com conversas informais que se cruzavam. Mistura-se o passado em comum com o prazer da descoberta de novas histórias que cada um viveu, desde a última vez que estivémos juntos. Estabelecem-se pontes com novas pessoas e encontramos respostas a questões que (ainda) não tínhamos colocado... tudo debaixo debaixo do grande chapéu que nos une: os estudos de informação.

No painel da tarde, a Emília Pacheco apresentou a sua investigação sobre bibliotecas híbridas, mais concretamente o acesso ao conteúdo das publicações periódicas científicas portuguesas nas bibliotecas universitárias, a Sandra Pinto apresentou os resultados sobre o papel do bibliotecário na gestão e desenvolvimento de colecções digitais: novos procedimentos, novas competências no ambiente digital, a Helena Patrício que apresentou a análise comparativa da aplicação do modelo relacional e do formalismo RDF à modelação de dados legislativos e, a última sessão, com uma síntese do meu trabalho sobre o papel da informação no ciclo de expatriamento: da mobilidade de quadros à mobilidade da informação.

Depois de cada sessão foi perguntado o que é que a realização do mestrado tinha significado para nós, se tinha mudado alguma coisa. Em todas as respostas houve algo de único, de singular, um cunho próprio, mas em todas as respostas que foram dadas foi unânime: o que mudou foi a forma de olhar para as coisas!

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[falta incluir o debate que se seguiu + fotos]